"A Alma é um pássaro, está sempre a querer cantar, mas tudo a atordoa." Irene Lisboa (Solidão)

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Mar 19

A Associação Caminhando, sediada no concelho de Arruda dos Vinhos, na Freguesia de Cardosas, promove uma palestra intitulada "Irene Lisboa e a escola ativa", no dia 30 de abril de 2019, pelas 19.30h. Tentaremos perceber se as teorias propostas por esta pedagoga há mais de meio século estão assim tão distantes das que hoje se propõem nos sistemas educativos mais avançados da Europa.

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publicado por Jorge da Cunha às 18:47

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Irene Lisboa

Esboço para uma biografia pedagógica

Irene Lisboa (1892/1958) estuda e escreve a sua obra num contexto político e educativo, por um lado, instável (1.ª República) e, por outro, autocrata e corporativista (Estado Novo). Entretanto, vão surgindo na Europa, também em Portugal, pedagogos que pretendem reformar, diríamos, revolucionar a educação. Portugal tem o seu primeiro laboratório de pedagogia e psicologia experimentais em 1913, na Universidade de Coimbra, de orientação claparèdiana, implementado por Alves dos Santos (1866/1924) e antes, em 1911, uma lei que prevê a implementação da educação infantil (pré-escolar). 

Na Europa, essa revolução vai sendo feita com Decroly (1871/1932), Claparède (1873/1940), Rosa Sensat (1873/1961),Montessori (1870/1952), Dewey (1859/1952, EUA), Luquet (1876/1965), Piaget (1896/1980), entre outros, que observam, experimentam e produzem conhecimento. Já em Portugal, os que se aventuram nessas lides inovadoras (César Porto (1873/1944), Adolfo Lima (1874/1943), Delfim Santos (1907/1966), António Sérgio (1883/1969), Bento de Jesus Caraça (1901/1948), entre outros), durante a ditadura salazarista, mesmo um pouco antes, talvez com início em 1926, acentuando-se a partir de 1933, pagam, alguns, caro a ousadia da inovação, mesmo durante a 1.ª República. É na categoria de inovadora que devemos inserir a professora e pedagoga Irene Lisboa. Professora primária, educadora diplomada (a primeira do sistema público de educação, juntamente com Ilda Moreira), e especialista em ciências da educação, luta sempre pela dignificação da educação em Portugal, e, apesar de ser banida do sistema pela repressão fascista, nunca deixa de escrever (até 1940 com o pseudónimo de Manuel Soares para os textos pedagógicos) e dar conferências, em que apresenta, quando não é impedida, a sua visão documentada, também na prática, de uma educação ativa, nova, em que o aluno seria o centro da aprendizagem (ainda hoje não é uma realidade), em oposição à velha escola sentada, passiva, verbalista, que tão bem conhecemos, e que Irene Lisboa há quase um século já combatia. Ela introduz, esclarece, complementa e adapta à realidade portuguesa as mais inovadoras teorias pedagógicas e métodos que ainda hoje são considerados úteis: Montessori, Decroly, Dalton, trabalho de projeto e de grupo... A sua visão apela a uma escola onde se ensina menos e aprende mais. É nesta condição de inovadora, persistente e destemida que deve ser considerada, estudada e destacada no contexto da história da educação em Portugal.

É na Escola Normal de Lisboa (Escola Superior de Educação) que Irene começa a dar os primeiros sinais de inconformismo, a levar a cabo algumas ações mais radicais e a sofrer as consequências dessa irreverência (entra em 1911 e sai diplomada em 1914). Ali, em 1913, funda Educação Feminina. Esta publicação teve vida curta (7 números e 6 meses), seria proibida pelo Conselho Escolar por ser demasiado revolucionária, mesmo para a 1.ª República (para algumas mentes fechadas que estavam à frente das instituições de ensino, o que acontece em todas as épocas, não só nas ditaduras). Este primeiro jornal das normalistas publica literatura e textos que criticam as condições do edifício da escola, o ensino e a ação pedagógica dos professores. O seu lema: verdade e justiça; os mestres: franqueza e simplicidade. Quatro conceitos que atravessam toda a sua obra, não apenas a pedagógica. Diz ela no n.º 1, abril de 1913: “É este jornal um órgão essencialmente instrutivo e de recreio literário, mas o seu espírito amplo, liberal e franco abraçará com fervor todas as causas justas, todos os ideais nobres e sérios”. A resposta a este desassossego constante, que caracteriza a vida e obra desta mulher, não se faz esperar. Numa das muitas vezes que é chamada ao gabinete dos professores para ser aconselhada sobre a orientação que devia dar à publicação, ouve o seguinte reparo, reproduzido por Ilda Moreira em 1975, na Palestra por si proferida na Escola do Magistério Primário de Lisboa: “A senhora escreve com uma pena muito aguda e um dia pica-se”. E continua: “E picou-se e ficou ferida (...) Mas que euforia enquanto durou (...) a extinção do jornal magoou muito Irene Lisboa e exacerbou a sua rebeldia (...) Mas não se resignou a ficar ignorante da matéria essencial – a pedagogia”. Começa então a sua cruzada de décadas em prol de uma educação ajustada à realidade psicoeducacional e social dos alunos portugueses, que, durante a 1.ª República, não é opressora, mas também não é eficaz.

Em 1913/14, termina o curso com 18 valores, tendo começado a dar aulas no ensino primário, na escola do Beato, durante seis anos letivos (1914/1920). Em 1920/21, por convite, Irene e Ilda tomam posse de duas turmas de ensino infantil na Tapada da Ajuda. Os alunos têm entre 5 e 7 anos. Estas duas classes, pioneiras do ensino pré-escolar público em Portugal, servem de modelo a um ensino moderno e inovador: “Irene Lisboa deu (...) o mais que pôde de si: aplicação cuidada e meticulosa do seu conhecimento pedagógico (...); o coração, pronto a receber a ternura e a retribuí-la (...) Procurou as famílias das crianças, visitou-as em casa e no hospital (...) Foi uma professora de exemplo. De conto. Era a sua juventude a sugerir-lhe o que podia fazer para melhor ajudar”(Moreira, 1975).

Desde o início da carreira que se pressente que Irene Lisboa traz para a educação uma nova intuição pautada pela inteligência, aliando teoria, experiência e crítica: o aluno é considerado em todas as esferas do seu desenvolvimento, “(...) o aluno e a escola se inseriam numa realidade social que o mestre não poderia renunciar a conhecer e (...) a transformar”(Rogério Fernandes, Irene Lisboa, Pedagogista, 1992). Em 1923, submete-se, com Ilda, às provas do Magistério Primário Infantil: “Em 10 de julho de 1923 (...) nos sujeitámos às provas de exame (...) E, assim, ficámos legalmente habilitadas para o lugar que ocupávamos” (Moreira, 1975). Na escola da Tapada, recebe estagiárias que orienta através dos métodos mais inovadores da pedagogia moderna.

Em 1926, Irene e Ilda publicam na Revista Escolar, n.º 4 e 7 e em 1927, n.º 2, um pioneiro estudo didático: “Vida escolar de crianças de cinco anos e meio a sete”. Ainda em 1926, na mesma revista, n.º 10, Irene publica um texto com um título sugestivo, “Escola atraente”. Aqui expõe algumas preocupações, nomeadamente a aproximação entre a teoria e prática e as aprendizagens significativas: “Na Escola toda a criança se submete a um viver artificial, é estudante. Leva anos a aprender frases, tudo a desvia dos seus pequenos interesses. Pouco aproveitará do que ouve e do que copia, está presa e contrariada. Não parte, não mexe, não apalpa, não discute, não tem preferências… tem deveres, é subordinada., diz ela, e dizemos nós, hoje, passados 96 anos. A teoria era submetida ao crivo da sua experiência enquanto professora e observadora.

Em 1929, é-lhe concedida uma bolsa, em Genebra, pela Junta de Educação Nacional, para estudar psicologia e pedagogia, terminando em 1931. Simultaneamente ao estágio na Maison des Petits, Irene frequenta o curso de especialização no Ensino Infantil, do Instituto Jean Jacques Rousseau. “Pensava-se então, soubemos (...) em criar em Lisboa, sob a nossa orientação, duas escolas de ensaio (...) para estudo do que devia convir à criança portuguesa (...)”(Moreira, 1975).

Em 1931/32, em Bruxelas (método Decroly) e Paris (Jardins d’enfants), assiste a conferências sobre metodologias pedagógicas, também ligadas às Necessidades Especiais. Regressa a Lisboa em junho de 1932. A sua estada no estrangeiro não é pacífica, embora muito enriquecedora, encontrando-se documentada em cartas a Gaspar Simões e, principalmente, a Rodrigues Miguéis: primeiro, porque se sente isolada e uma amadora do ensino, depois porque algumas das práticas observadas não correspondem ao que idealizara e, por fim, porque a formação que recebe continua a ser verbalista, distante da teoria que os mestres, que tanto admira, tentam difundir (assim é ainda hoje): “Em chegando a noite entra comigo um desânimo (...) O Instituto e a Maison des Petitsdesconsolam-me imenso. Quem cá tem vindo trazia muita poeira nos olhos; são gabarolas de profissão (...) Duvido de mim... Tudo me soa a falso. E de facto há aqui imensa artificialidade (Carta a Miguéis, 11.11.1929). São vários os trabalhos pedagógicos escritos a partir do início dos anos 30. Destaca-se um editado pela Junta de Educação Nacional: “Bases para um programa de escola infantil” (incluído no Relatório da Bolseira Irene do Céu Vieira Lisboa, 1933). Pela primeira vez em Portugal há alguém que produz um documento com rigor científico: são lançadas as bases da escola infantil (dos 3 anos até à entrada na escola primária). Em 1933/34, é nomeada inspetora-orientadora do ensino infantil e primário, e em 1934 passa a ensinar Pedagogia na Escola do Magistério Primário de Lisboa. Porém, antes da extinção das secções infantis (duraram 18 anos, até 1938), Irene é afastada de inspetora. Mais uma vez o ferrão do Estado Novo a atingir uma profissional que, enquanto inspetora, se pautou sempre por ser “(...) um instrumento de apoio à formação continua dos professores (...)” (Fernandes, 1992). Perigosa, claro, como qualquer progressista com posições pedagógicas e políticas bem vincadas, não convém ao sistema.

Por ser demasiado inovadora para o Estado Novo, numa “caça às bruxas”, Irene é transferida para um lugar administrativo; depois, em 1940, com 48 anos, dão-lhe duas opções: ficar com um lugar de professora na Escola do Magistério Primário de Braga ou reformar-se. Opta pela segunda, recusando “o degredo” e dobrar-se a um sistema acéfalo, ou não fosse ela Irene Lisboa. Nunca mais tem lugar no sistema educativo público ou privado. “Deste modo, a intervenção de Irene Lisboa na área da educação circunscreveu-se, até ao fim da sua vida, à atividade de conferencista e de publicista (...)”(Fernandes, 1992).

Numa carta de 06.07.1953, a pedagoga, já doente, escreve: “Estúpida vida foi a minha! Nem compensada (de pobre de tudo que foi) com a calma da velhice. Adiante”.

Jorge da Cunha, texto publicado em dois números do Jornal Chafariz de Arruda, 2018

             Irene Lisboa, Bibliografia Pedagógica

  1. Relatório da Bolseira Irene do Céu Vieira Lisboa – Junta de Educação Nacional – Relatórios das Viagens de Estudo dos Bolseiros: Áurea Judite Amaral, Jaime Maximiano Gouveia Xavier de Brito, João de Sousa Carvalho, Irene do Céu Vieira Lisboa, José Claudino Rodrigues Migueis, Ilda da Ascensão Moreira, António Leal de Oliveira – Tip. Da "Seara Nova", Lisboa, 1933. Insere os seguintes trabalhos de Irene Lisboa: "Crítica à atividade da ‘Maison des Petits’ anexa ao Instituto J.J. Rousseau"; "Relatório sobre as Escolas Maternas de Paris"; "Os ‘Jardins d’Enfance’ de Bruxelas"; "Relatório sobre a aplicação do Sistema Educativo dos Centros de Interesse do Dr. Decroly, na Escola de L’Ermitage, de Bruxelas"; "Bases para um programa de Escola Infantil".
  2. A contribuição do desenho para o ensino elementar sobre o Império Colonial Português – Publicado em "A formação do Espírito Colonial na Escola Primária Portuguesa" – Tese oficial apresentada pelos serviços de orientação pedagógica da Direcção-Geral do Ensino Primário – Imprensa Nacional – Lisboa, 1934.
  3. Preleção realizada aos professores do distrito escolar de Coimbra, em 25 de Janeiro de 1934 e repetida em Beja, em 1 de Fevereiro, pela inspetora-orientadora Irene do Céu Vieira Lisboa – Publicada em "Preleções Inaugurais" – Imprensa Nacional de Lisboa, 1935. Publicada também no "Boletim Oficial do Ministério da Educação Pública" – Direção do Prof. Oliveira Guimarães – Ano V, Fascículo I – Lisboa, Imprensa Nacional, 1934.
  4. Froebel e Montessori – sob o pseudónimo de Manuel Soares – Cadernos da "Seara Nova" – Seleção de Estudos Pedagógicos – Lisboa, 1937.
  5. O Trabalho Manual na Escola (publicado juntamente com o trabalho anterior) – Cadernos da "Seara Nova" – Lisboa, 1937.
  6. O Primeiro Ensino (I e II) – sob o pseudónimo de Manuel Soares – Cadernos "Seara Nova" – Secção de Estudos Pedagógicos – Lisboa, 1938.
  7. A Iniciação do Cálculo – sob o pseudónimo de Manuel Soares – Cadernos da "Seara Nova" – Secção de Estudos Pedagógicos – Lisboa, 1939.
  8. Modernas tendências da Educação – Biblioteca Cosmos (n.º 21) – 1ª Secção (Ciências e Técnicas), n º 9 – Ilustrações de Ilda Moreira – Lisboa, 1942.
  9. A Psicologia do Desenho Infantil – Edição da Associação Feminina Portuguesa para a Paz – Gráfica Lisbonense – Lisboa, 1942.
  10. Educação – Palestra proferida no salão do "Grupo dos Modestos", do Porto, na noite de 20 de Janeiro de 1944 – Cadernos da "Seara Nova" – Lisboa, 1944.

Colaboração na "Revista Escolar"

  1. Brinquedos e Jogos Educativos – julho de 1925, n º 7, pág. 257 e seg.
  2. Vida escolar de Crianças de Cinco Anos e Meio a Sete (de colaboração com Ilda Moreira) – Abril de 1926, n º 4, pág. 157 e seg. e Julho de 1926, n º 7, pág. 278 e seg.
  3. A Escola Atraente – Dezembro de 1926, n º 10, pág. 405 e seg.
  4. Ler – Junho e Julho de 1927, n º 6 e 7, pág. 253 e seg.

Colaboração na "Revista Portuguesa"

  1. Sociedades formadas de leitores e de comentadores das ideias que lhes interessem – Ano (1934 – 1935) – n º 16, 24 de Janeiro de 1935, pág. 263.
  2. As nossas emissões radiofónicas – Palestra realizada na Emissora Nacional em 22 de Março de 1935 – Ano I(1934-35) – n º 25, 28 de Março de 1935, pág. 464, 465.
  3. A radiofonia e a criança – Ano I (1934-35) – n º 47, 29 de Agosto de 1935, pág. 838, 839.
  4. O Evangelho de SMateus– Ano II (1935-36) – n º 58, 21 de Novembro de 1935, pág. 55, 56.
  5. A Visita Inspcetoral – Ano II (1935-36) – n º 66, 16 de Janeiro de 1936, pág. 97, 98.
  6. Aquele ponteiro era um símbolo – Ano II (1935-36) – n º 77, 2 de Abril de 1936, pág. 165.
  7. Exposições Escolares – Ano II (1935-36) – n º 90, 2 de Junho de 1936, pág. 263, 264.
  8. Rápidas Considerações – Ano II (1935-36) – n º 96, 13 de Agosto de 1936, pág. 313, 314.
  9. A Adaptação à escolaridade – Ano II (1935-36) – n º 100, 10 de Setembro de 1936, pág. 339, 340.
  10. Educação e Assistência – Ano II – (1936-37) – n º 107, 5 de Novembro de 1936, pág. 37, 38.
  11. A Psicologia do Desenho Infantil – n º 792, de 17 de Outubro de 1942.
  12. Prévios pensamentos sobre as formas de tentar conhecer e dirigir a educação em Portugal – n º 949, de 20 de Outubro de 1945.
  13. A Roda de Crianças e de Escolas (Palestra proferida em Leiria e Santiago do Cacem) n º 951, de 3 de Novembro de 1945.
  14. A Roda de Crianças e de Escolas(Conclusão) – n º 955, de 1 de Dezembro de 1945.
  15. Comemorando a Fundação da Primeira Escola da Sociedade "A Voz do Operário" – (Palestra) – n.º 1031, de 3 de Maio de 1947.

Colaboração na "Seara Nova"

  1. Transformemos a escola – artigo- n º 164, 6 – VI, 1929.
  2. E (ureau), I (nternational), (de) E (ducação) – artigo n º 198, 30 – I, 1930.
  3. A Técnica – n º 489, de 29 de Outubro de 1936.
  4. Ler, escrever e contar – n º 492, de 17 de Dezembro de 1936.
  5. Auxílios intelectuais ao professor – n º 494, de 21 de Janeiro de 1937.
  6. Escolas – Breve capítulo de um longo relatório– n º 521, de 7 de Agosto de 1937. 
  7. Froebel e Montessori – n º 524, de 28 de Agosto de 1937.
  8. O Trabalho Manual na Escola – conferência – n º 529, de 2 de Outubro de 1937.
  9. O Trabalho Manual na Escola II – n º 530, de 9 de Outubro de 1937.
  10. O trabalho Manual na Escola III – n º 531, de 16 de outubro de 1937.
  11. O primeiro Ensino I – tradução; (autor: F. Brill) – n º 544, de 15 de Janeiro de 1938.
  12. O primeiro Ensino II – tradução; (autor: F. Brill) – n º 547, de 5 de Fevereiro de 1938
  13. O primeiro Ensino III – tradução; (autor: F. Brill) – n º 548, de 12 de Fevereiro de 1938.
  14. O primeiro Ensino - de F. Brill; nova série sobre a escola de Bastony – n º 570, de 16 de Julho de 1938.
  15. O primeiro Ensino I(de F. Brill) – n º 575, de 20 de Agosto de 1938.
  16. O primeiro Ensino II(de F. Brill) – n º 576, de 27 de Agosto de 1938.
  17. O primeiro Ensino III(de F. Brill) – n º 579, de 17 de Setembro de 1938.
  18. O primeiro Ensino IV(de F. Brill) – n º 581, de 1 de Outubro de 1938.
  19. O primeiro Ensino V(de F. Brill) – n º 587, de 12 de Novembro de 1938.
  20. A Iniciação ao Cálculo I – n º 630, de 9 de Setembro de 1939.
  21. A Iniciação ao Cálculo II – n º 635, de 14 de Outubro de 1939.
  22. A Iniciação ao Cálculo III – n º 640, de 18 de Novembro de 1939.
  23. A Iniciação ao Cálculo IV – n º 647, de 6 de Dezembro de 1939.

 

publicado por Jorge da Cunha às 20:23

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