"A Alma é um pássaro, está sempre a querer cantar, mas tudo a atordoa." Irene Lisboa (Solidão)

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“Escritora de afetos, mulher dura de coração meigo, desconsolada, muitas vezes mutilada, corajosa e destemida do princípio ao fim. Guerreira devastadora da cidade e do campo, das memórias e do quotidiano, da reflexão e da poesia que é outra forma de reflexão; que olhou antecipadamente o futuro e o influenciou; que pensou o que muitos não pensaram, ai Pessanha – alma despolarizada, infeliz –, ai Pessoa – o limite é a nossa personalidade. Escritora enigma. Abençoada. Lida e apreciada pelos maiores do seu tempo, e pelos outros que vieram depois, esquecida por aqueles cujo génio tão bem cantou.”

Jorge da Cunha (2014). O céu de Irene. Edições Mahatma, pp. 60, 61.

publicado por Jorge da Cunha às 16:19

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