"A Alma é um pássaro, está sempre a querer cantar, mas tudo a atordoa." Irene Lisboa (Solidão)

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Dez 17

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Ir, vir...

Ir. Manhã, ar fresco, paisagem nova.

Vir. Tarde. Hora dos poetas, dos que não cantam

e passam pelas coisas apenas gozando, surpreendidos e ternos.

Se em cada lugar da terra eu perdesse a minha

humana essência, aquilo que me iguala ao que é

e ao que foi!

Nesta hora divina, nesta formosa tarde como ser?

Que me tentava?

Não sei.

Terra, luz, ar, amenidade indizível!

 

Irene Lisboa (1991). Um dia e outro dia… / Outono havias de vir. Lisboa: Editorial Presença.

 

 

publicado por Jorge da Cunha às 20:47

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